Nova York anuncia sistema de compartilhamento de bike patrocinado pelo Citibank

Os sistemas de compartilhamento de bicicletas em ambiente urbano se tornam cada vez mais comuns. A exemplo do modelo aplicado na França, o Vélib, outras nações têm investido em estrutura para incentivar o uso das bikes nas cidades. São Paulo já tem projeto e Nova York também embarcou na ideia.

A alternativa encontrada pela maior parte das autoridades locais que apoiaram o compartilhamento das bicicletas é privatizá-los, para reduzir os gastos governamentais com a implantação da estrutura. Em São Paulo, dois grandes bancos, Itaú e Bradesco, já garantiram a autorização para patrocinarem parte das bicicletas. Outras duas empresas, Ambev e Eletropaulo, também têm interesse em participar, apoiando financeiramente o projeto.

Na metrópole norte-americana o cenário não é diferente. Lá um banco de grande expressão também dará o aporte financeiro para o projeto. O Citibank será o responsável pelo Citibike, nome dado ao sistema de compartilhamento e locação de bicicletas.

O funcionamento também será bastante parecido com o do plano brasileiro. O banco disponibilizará 600 estações, que abrigarão dez mil bicicletas em Manhattan e no Brooklyn. Os usuários terão os primeiros 30 minutos de uso grátis, mas excedendo esse tempo uma taxa começa a ser cobrada.

Conforme informado no site TreeHugger, um passe anual, para que os nova-iorquinos possam desfrutar das bikes de maneira ilimitada, custará US$ 95, aproximadamente R$ 185. O passe semanal custará US$ 25 e a liberação do acesso por 24h, US$ 9,95.

Os valores para a locação das bicicletas são considerados altos, por isso está em desenvolvimento uma alternativa aos cidadãos de baixa renda. A proposta consiste em reduzir a taxa anual, para US$ 60 e facilitar o pagamento em parcelas trimestrais, para que o compartilhamento seja acessível a todos os moradores de Nova York.

O presidente da Sociedade Municipal de Arte (MAS) de Nova York, Vin Cipolla, emitiu uma declaração à imprensa apoiando o projeto. “O MAS vê um enorme potencial em partes do programa de bicicletas de Nova York. Além de aumentar a mobilidade, a quota de bicicletas vai ajudar a introduzir as pessoas ao transporte ativo, aliviar a pressão sobre o trânsito, proporcionar uma ligação mais rápida entre as paradas de trânsito e os destinos finais e reduzirá o número de viagens curtas feitas em automóveis”. Com informações do TreeHugger.

Fonte: Ciclo Vivo

O banco disponibilizará 600 estações, que abrigarão dez mil bicicletas em Manhattan e no Brooklyn l Foto: Divulgação/Citibike

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